segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Vem aí o 2012 + 1 !!!


Para os mais supersticiosos e também para os outros, deixo os meus Votos de um Bom Ano (este que vai entrar) e que ele não nos faça muitas negaças. 
Será pedir muito? A ver vamos ("como diz o cego")! As perspectivas não são muito animadoras mas, a Esperança é sempre a última a morrer!

















Para bem receber o Ano Novo,
toda a gente veio à rua, saudar!
Ainda não percebeu, este povo,
que o treze é número de azar?

Porém, e se pensarmos bem,
já que ele à nossa porta está,
deixê-mo-lo entrar também.
Pior que o velho, ele não será!

Ainda que ninguém se esqueça
dos problemas e maus assuntos,
no Novo Ano entremos de cabeça
ou então, melhor, aos pés juntos!

Grande desejo, é, cá para mim
que este pais encontre o Norte!
Que para todos, oxalá que sim,
treze seja o número ... da sorte!

domingo, 16 de dezembro de 2012

NATAL ... em tempos de crise !



A todos os meus amigos, seguidores e visitantes deste blogue, os meus votos de Boas Festas e um Santo e Feliz Natal!



NATAL ... em tempos de crise!

Uma estrela, lá no céu, apareceu
e algures, nos longes desta Terra,
um Menino, o Messias, nasceu!
Por encanto, se calou a guerra!

Nas secas palhinhas deitado,
então, o Menino perguntou,
tão curioso, quanto admirado
-: O Gaspar, ainda não chegou?

Que não, lhe disseram os Magos,
de seu nome Belchior e Baltasar.
-: Ele à “troika” está dando “afagos”
e não sabendo que mais lhe dar!

Tomai, aqui tendes o meu incenso
e a mirra, em dobro, eu Vo-la dou,
mas ouro do Gaspar, esse, penso
que já ... “tudo a troika levou”!

O Menino Deus não podia crer
tudo isto, que achou sem razão!
“Pai, eles não sabem o que fazer,
dai-lhes o Vosso imenso perdão!”

E, Deus na sua sabedoria infinita,
capaz de tudo nos perdoar, afinal ,
enviou-lhe uma mensagem escrita,
bem simples! Paz na Terra, é Natal!

E porque hoje nasceu uma criança,
o mundo esqueceu a crise e o mal! 
No céu, aquela estrela é a Esperança
e na Terra, é Natal! É Natal! É Natal! 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Eu ... e os aviões ! ( 4 )


Para terminar e pôr os pés em terra, e também para os mais interessados, aqui deixo 3 capas de menus. Da Varig, British Airways e Damania.







Eu, por mim, vou bater asa deste assunto, agradecendo desde já a boa vontade de quem me acompanhou.
Bem hajam!


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Eu ... e os aviões ! (3)


Ora bem, já que não posso apresentar todos os aviões em que viajei, apresento apenas alguns comprovativos de viagens!


A 1ª viagem, Lisboa - Londres - Newcastle, que se iniciou
na TAP teve a 2ª parte em voo doméstico, Londres - Newcastle
num "Trident" da "Northeast", subsidiária da BEA, antecessora da BA.
Bilhete da Lufthansa, companhia que utilizei algumas vezes                                   
Bilhete da TAP. Viagem a Amsterdam.
Bilhete da KLM, companhia holandesa que só utilizei uma vez.
Bilhete da SAS, companhia escandinava que utilizei várias veses.
Bilhete da Varig, companhia brasileira que só utilizei
num voo de recurso, Londres - Lisboa. 
Bilhete da British Airways, referente a viagem Londres - Jeddah

Cartão de embarque da Air France, referente a viagem Paris - Argel
Cartão de embarque.
Viagem Sal - São Vicente - Sal 
Cartão de embarque.
Viagem Luanda - Lisboa
Bilhete da British Airways.
Viagem Londres - Bombaim
Bilhete da NEPC Airlines, companhia indiana.
Viagem Bombaim - Pune
Bilhete da Damania Airways, companhia indiana.
Viagem Bombaim - Goa
Além das companhias de aviação acima referidas, apenas viajei na companhia americana, Delta Airlines, em vôos Frankfurt - Bombaim e Bombaim - Frankfurt.

A todas estas viagens os navios me obrigaram!

Porém, encerrei o meu ciclo aéreo com uma viagem Lisboa - Madrid, já não por causa de navios mas, mesmo assim, em serviço. Durante a construção do Centro Comercial Colombo e por via deste e da loja FNAC. Quem diria?



(continua)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Eu ... e os aviões ! ( 2 )


Boeing 737 - 300
Airbus A 300
Conforme prometido, desta vez vou colocar fotos dalguns aviões de companhias estrangeiras, muito embora não sejam todos aqueles em que viajei. Apertem os cintos e vamos levantar voo!



Airbus A 300
Airbus A 300
Aibus A 310-200
Airbus A 320-200
Lufthansa, Airbus A 340-200
Boeing 727 Europa Jet
McDonnell Douglas DC10-30
DC10 e Boeing 747
no Aeroporto Internacional Schiphol, Amsterdam

(continua)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Eu ... e os aviões ! ( 1 )


Já disse que não tinha especial apetência por barquinhos, apesar de desde muito cedo começar o meu contacto com eles. Pois bem, por parodoxal que pareça, também essas “coisas que andam no ar” não me cativaram sobremaneira, isto apesar de, desde os meus 4 anos, beirão largado na aldeia “saloia” do Algueirão, o som algo roufenho dos motores das “avionetes”, lá no alto, fizesse parte dos meus dias, principalmente no Verão. A base da Granja do Marquês, ali bem próxima, fornecia-nos o som ambiente que se sobrepunha à pacatez do lugar, onde só haviam carroças, “bicicletes” e alguma “caminete”.
Parece, então, estranho que nem aviões nem barcos me tenham seduzido. O facto é que o que eu gostava era do campo, de andar à solta  e de jogar “à bola”. Também, ao contrário do que seria normal, as minhas férias eram passadas em Lisboa. Embora de satisfação por estar junto do meu irmão, tios e avó, eram um verdadeiro sacrifício! “Galinha de campo não queria capoeira”!
Mas a roda da vida desandou e os barcos “apanharam-me”. Para sempre! E, foi por mor deles que fui “obrigado” a viajar de avião. E não foram poucas as vezes!
A primeira viagem, Lisboa – Londres – Newcastle, em Outubro de 1971, nem foi uma estreia muito má. 
Este é o "Caravela", da TAP, ainda Transportes Aéreos Portugueses,
que promoveu o meu "baptismo aéreo".
Por casualidade tivémos a companhia da equipa de futebol do Sporting, que se deslocava a Glasgow, onde infelizmente perdeu. Mas, como dizia, deu para me amenizar a viagem e ver o pavor que o Yazalde, sentado perto de mim, sentia ao saber os pés longe do chão! O rapaz, nem abriu boca durante toda a viagem!
Ora, após esta 1ª viagem, algumas outras se seguiram e nelas, com algumas peripécias pelo meio, fui tomando contacto com companhias de aviação e seus aviões. Lembrei-me, então, de fazer aterrar aqui alguns deles!
Aqui, estão! 

Claro que apenas vou colocar alguns dos aviões que me levaram por esses ares fora! E, como é lógico, começo pelos portugueses:

Boeing 727
Boeing 737
TriStar 500
A310-300
 A340
Quanto aos portugueses, é tudo o que posso apresentar. Para os amantes deste género, em próximo "post" aqui deixarei, em continuação, alguns dos estrangeiros!

(continua)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Ainda ... Frei Lopo Pereira de Lima (história versejada)




Frei Lopo Pereira de Lima, Balio de Leça

Com o apoio do companheiro,
o seu chefe e seu irmão Diogo,
Frei Lopo, de Malta cavaleiro,
entrou na Galiza e foi dar fogo.

E foi sempre, com seu irmão,
que foi andando nesta guerra.
E glória, de Portugal e D. João, 
foi que  tomaram Salvaterra!

Tomada esta praça, então
uma empresa de tanto valor,
se apressou muito D. João,
nomeando-o, Governador!

A guerra ficava mais mansa
naquela fronteira do Minho.
Tanta guerra, também cansa!
Frei Lopo temia ficar sozinho!

Por tudo aquilo que eu sei,
seu irmão ia fazer-lhe falta,
pois por carta escrita ao Rei,
dizia-lhe querer ir a Malta.

Para não ficar sem o mano,
Frei Lopo Pereira, submisso
escreve então ao soberano
e oferece-lhe o seu serviço!

Oferecimento tão estranho
este de Frei Lopo Pereira
que com denodo tamanho
defendera a sua fronteira!

O rei em carta mui honrosa,
dado que estava em guerra
gostou muito de tal prosa,
e “deu-lhe” ele Salvaterra!

Do Extremo, diz alguém. 
Só acredita quem queira.
Salvaterra, eu acho bem,
mas não é aquela da Beira!

Haja, informação mais precisa!
Eu digo que isso não o temo,
Salvaterra será pois, da Galiza ,
para mim, não é a do Extremo!

Mas não foi muita a satisfação,
Frei Lopo tinha outro objectivo.
Governador da Guerra do Sertão 
talvez fosse um bom motivo!

Isso era o que D. João pensava.
Frei Lopo Pereira pensava maior!
Assim, ele ao seu rei se negava,
que o seu destino, era ser Prior!

Sentindo já do irmão a sua falta
e como um frade também mente,
pede ao rei que o deixe ir a Malta
pois tem o seu irmão ... “tão doente”!

Tardou o regresso a Portugal,
mas foi com grande esplendor.
O irmão, esse, estava tão mal
que Lopo veio de lá feito Prior!

Era o que ele pensava e dizia
a todos os que o queriam ouvir.
Porém se o rei não lho permitia
nenhum outro lho ia permitir.

Assim, Lopo Pereira de Lima,
teve de usar, mas com recato,
o título que lhe estava acima.
Tal era o de ser, Prior do Crato!

E se coisa assim nunca se viu,
para que ninguém o esqueça,
ficou e para sempre, só Balio
das terras, no mosteiro de Leça!